Av. Bernardo Vieira de Melo, 3423 - Piedade - Jaboatão dos Guararapes - PE / Telefone: 81. 3362 3551
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• Para maior segurança e tranqüilidade, nossos profissionais sempre alertam os proprietários quando notam nos animais anormalidades na pele, pelagem e ouvidos, assim como presença de pulgas e carrapatos.
• Se o seu animal é bravo avise o profissional responsável no ato da entrega!
• Avise também se ele possui doenças importantes, como de origem cardíaca, doenças infecto-contagiosas, alergias ou mesmo se tem feridas na pele e verrugas.
• Informe ao profissional se o seu amigo vai tomar banho com algum Xampu medicinal. Normalmente esses xampus requerem certo tempo de ação na pele do animal, necessitando que ele fique com o produto por pelo menos 10 minutos em espera para que o produto faça efeito!
• Quando o animal fica bastante nervoso no Banho e Tosa, nossos profissionais são orientados a não forçar o banho e/ou tosa. Deixamos o animal descansar um pouquinho, pegar fôlego e continuar. Se mesmo assim o animal não estiver permitindo o trabalho, preferimos remarcar para um dia mais calmo e não forçar a paciência do animal! Devemos respeitá-los quando eles estão “naqueles dias”…
Visando diminuir o estresse dos gatos no Banho e Tosa, abrimos horários especiais para esses bichanos! Dessa forma, não ficam ouvindo latidos de cães nem o cheiro deles…
Administrar comprimidos, drágeas, pílulas ou medicamentos líquidos, nem sempre é uma tarefa fácil para alguns proprietários. A diferença entre essas medicações não está somente no aspecto ou formato. Os comprimidos podem ser repartidos, já as drágeas e cápsulas nem sempre podem ser divididas ou trituradas, pois algumas perdem o efeito terapêutico. As alterações no efeito terapêutico de um medicamento podem estar associadas às diferentes maneiras e locais de absorção, bem como à perda de sua propriedade quando misturado a algum outro composto, seja alimento ou água. Você deve perguntar ao veterinário se pode partir ou triturar o medicamento que vai administrar ao seu animal. Remédios na forma de xaropes ou soluções também são usados em animais.
Nem sempre o cão e, principalmente, o gato caem no truque de disfarçar o medicamento na comida. Não é um bom método, pois, se o animal não ingerir todo o alimento, receberá uma sub-dosagem do medicamento. A melhor maneira de dar o comprimido é colocá-lo inteiro ou em partes dentro de um pedaço de carne ou salsicha. Dê o primeiro pedaço sem o remédio. Seu animal ficará interessadíssimo no petisco. Já no próximo pedaço coloque o remédio dentro de através de um pequeno orifício. Os cães certamente engolirão rapidamente a carne e o remédio. O gato, espécie bem mais exigente quanto ao paladar, pode perceber o medicamento, pois costuma cheirar e investigar tudo aquilo que irá comer. Mas, se a tentativa der bons resultados, ofereça um terceiro pedaço como recompensa.
Administrar medicamentos diretamente na boca sem dúvida é o melhor método, pois você terá a certeza de que o animal tomou a dose certa. Coloque o cão ou gato entre suas pernas, eleve o focinho, abra a boca dele e coloque o comprimido bem no fundo da língua. Se você não colocar o comprimido profundamente, é quase certo que ele vá cuspir depois. Feche a boca do animal e massageie levemente a região do pescoço (garganta). No caso de gatos, corte antes as unhas do bichano e para maior segurança, enrole-o em uma toalha. Dica: após medicar seu animal, dê uma recompensa ou algo que ele goste muito para que ele associe o remédio a um momento de prazer.
Se o líquido for adocicado, alguns cães aceitarão facilmente, sem qualquer mistura. O método de acrescentar remédio à água ou alimentos, como foi explicado, não é a melhor opção. Normalmente os medicamentos líquido alteram o sabor da comida e da água., bem mais que os comprimidos. O animal comerá ou beberá parcialmente. Se for administrar diretamente na boca, utilize uma seringa sem agulha que comporte toda dose a ser administrada. Coloque o animal entre suas pernas, abra a boca dele e vá despejando o líquido aos poucos no fundo da língua, sempre mantendo a cabeça dele elevada. Cuspir líquidos é sempre mais difícil que cuspir comprimidos. Se for difícil abrir a boca do seu amigão, posicione a seringa na parte interna da bochecha dele e vá despejando o líquido. Lembre-se de que o focinho deve estar elevado, caso contrário o líquido escorrerá para fora da boca. Remédios muito amargos podem ser misturados, excepcionalmente, a líquidos bem adocicados, se o seu animal não for diabético.
Após serem medicados, os gatos podem babar e espumar muito pela boca. Não entre em pânico!!! É uma reação normal da glândula salivar dessa espécie. Teoricamente, a coisa parece simples, mas existem animais bastante indolentes. Claro que você não deve se arriscar a perder os dedos! Se o cão ou gato for bravo, misture o remédio na comida nesse caso. Quando for dar remédio ao seu animal, tente agir normalmente. Os animais são muito perceptivos e se você não for sutil, ele logo desconfiará das suas reais intenções.
As descrições acima podem ajudá-lo, mas é conveniente que você peça para o veterinário uma demonstração de como medicar seu animal. E lembrem-se, as doses e medicamentos usados em cães e gatos são diferentes daqueles usados em pessoas. Jamais medique seu animal por conta ou conselho de “entendidos”. Consulte sempre o médico veterinário de sua confiança para escolherem juntos a melhor forma de administrar medicações ao seu melhor amigo e boa sorte!!!
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